quinta-feira, 23 de abril de 2009

Relato de um mês atrás

Mais uma viagem ao Rio, mais um fim de semana de pura zuada e execelentes recordações. Sexta-feira, dia 3 de abril, peguei o buzu de 4:00, tava até estranho porque tava chegando na ponte e nada de ruim tinha acontecido na viagem, nem mesmo um ar condicionado quebrado! Mas, para não perder a tradição de sempre se fuder em viagens, peguei um engarrafamento fdp e fiquei uns 40 minutos parado, só pra aumentar o cansaço.

Tinha marcado de passar na casa do Giacomo e depois ir com o Alucard pra Lapa, mas quando cheguei no ap. do Giacomo o cansaço falou mais alto e eu fiquei por lá mermo. Acabei conhecendo mais um galera maneirassa e ainda tive a experiência de ver como funciona o tarô.

Já no sábado, depois de não ter feito porra nanhuma o dia inteiro, dei uma passada na ap. do Alucard, ainda chamei o Milord mas ele não pode ir, e partimos pro Empório. Chegamos lá era uma 11h, bem cedo e não tinha quase ninguém. Fui pra um hostel ali perto, onde fui muito bem atendido por uma californiana muito gata, e pedi uma caipirinha. Voltamos pro Empório e só pra animar, tinha menos gente do que antes, mas tava cedo mesmo assim. Sem mais nada pra fazer fiquei esperando a hora passar num quiosque da praia trocando uma idéia sobre PU com o Alucard.

Já estava louco pra abordar uma gaja, afinal fazia 2 meses que não saia pra sargear. Logo quando cheguei no Empório, que tava um pouco mais cheio, fiz um cold aproach bem non sense. Como era só pra zuar (e relaxar, claro!) mermo, cheguei nas únicas gajas que estavam sozinhas e mandei “Po, acabei de tomar uma caipirinha” só pra cumprir a promessa com o Alucard. Acabou que rolou um papo maneiro, as duas tinham acabado terminar um namoro bem longo mas as duas raparigas resolveram subir pra ver o show e foram embora, uma pena.

Alucard, cada vez mais louco pelas gringas, avistou uma bela loira no outro lado da rua falando no celular. Pra dar uma ajuda, já puxei assunto com os dois gringos que estavam com dela pra quando ela saísse do telefone eu já estar no set. Papo vai papo vem, a gringa sai do telefone, fica do lado dos gringos e não falava porra nenhuma. Se passaram uns 3 minutos e gaja nem sequer prestava atenção na conversa. Aquela porra já tava me deixando curioso, não me segurei e fui falar com ela. A gringa nem conhecia os caras com quem eu tava falando. Muito hilário, quando cheguei em casa fiquei rindo dessa parada um tempão. Bom, depois disso apresentei o Alucard pra todo mundo roda, mas gringa teve que ir embora...

Nessa hora aconteceu uma parada inédita comigo, aquela rodinha que tinha 4 pessoas passaram a ter 12. Sim, eu contei! Do nada, um monte de gente foi chegando no grupo e se conhecendo. Tinha gente do Canadá, do Brasil, da Suécia e da puta que pariu. Final das contas, conheci um canadense naturalzão que tinha largado tudo só pra ficar pegando mulher no Rio de Janeiro. Hauhauhua
Bom, não me lembro mais de muita coisa, até porque eu to escrenvo metade do relato um mês depois hahu

Por enquanto é só, Carpe Diem!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Droga recomendável

Não podia deixar de falar sobre uma coisa que me influenciou desde que eu me considero gente, a música. Afinal, quem não gosta de música que atire a primeira pedra.

A música, além de muitas outras coisas, funciona como uma âncora, ou seja, uma coisa que tem o poder de resgatar um estado, coisa que segundo Anthony Robbins decide nossas, por isso sempre quando você se encontrar em uma situação inconfortável, bote uma música que te deixa animado no volume 10 e o resto que se foda. Garanto que no final da música você estará bem melhor,

Uma coisa que sempre faço antes de ir pras sarges é ouvir umas 4 músicas do As I Lay Dying (eu curto pra cacete), ou qualquer coisa do gênero, e parto amarradão pra rua. Por incrível que pareça, fazer uma parada dessas dá mais gás que virar 3 Red Bulls e dá um estado de dominância e poder da caralho. Aliás, música também é despertador. Quando você levantar as 6:00 da manhã e não consegui nem abrir os olhos, se arraste até o seu pc ou o aparelho de som e bote um rock`n roll pra tocar. Melhor ainda se você tomar um banho, ai quero ver o viado que falar "Ai, to com soninho", porra!

Aprender a tocar algum instrumento musical também é uma boa coisa a se fazer. Seja violão, baixo, gaita ou campainha, tu vai melhorar seu senso crítico fuderosamente, além de ter um hobbie maneirasso. Quando comecei a tocar guitarra ouvia CPM 22, e atualmente já escutei tanta coisa que nem vale entrar a fundo, senão ia passar 3 dias falando sobre minha descobertas e vícios. Depois de um tempo, quando você se tornar um feto evoluido, já vai tá louco pra mostrar suas composições e chamar uns amigos pra fazer um rodinha de improvisação, e se você for esperto vai fazer dessa habilidade uma bela oportunidade de levar uma gaja pra casa.

Não reparem a qualidade do texto, é o primeiro que escrevi pro blog e sem obrigação. Com o tempo tenho certeza de que vou melhorar. Enquanto isso, curtam A Change Of Seasons do Dreamm Theater. Música FODA DEMAIS, os 23min mais bem ouvidos da minha vida, que fala sobre a passagem da vida e Carpe Diem. Duvido muito que alguém irá ver, até porque não sei botar vídeo nessa joça, mas por enquanto é só!