Tentando deixar um pouco de lado os artigos, resolvi escrever alguma coisa literária. É a primeira vez que escrevo um texto desse tipo, não reparem a qualidade. Vale a pena lembrar que no penúltimo trecho peguei a idéia de duas músicas, uma do Vinícius de Moraes e outra do Gabriel, o pensador.
Por enquanto é só, Carpe Diem!
Pois é, se não me falha a memória foi nos tempos de escola em que me deparei pela primeira vez com a expressão “Carpe Diem”. Que diabos era aquilo? Só sabia que era alguma coisa em latim. Curiosidade pra saber o que era? Até tinha, mas as fórmulas de física e química me eram mais importantes...
O tempo foi passando, volta e meia eu via o “maldito” Carpe Diem escrito em alguns lugares. Chegou a um ponto que já tava de saco cheio de ler aquela porcaria e não saber o que era.
Já sabia derivar cálculos, física qüântica e até projetar prédios, mas não sabia nem o significado de duas palavras em latim. Tomei vergonha na cara e fui procurar o que era. Ninguém do meu círculo social conehcia a expressão, nem mesmo o dicionário.
É, o assunto parecia ser complexo. Recorri à uma velha enciclopédia empoeirada. Depois de alguns espirros, achei alguma coisa em letras minúsculas: “Carpe diem -> expressão que em latim significa aproveite o dia.” Após ler aquilo confesso que me deu vontade até de rir. Era só isso? Tanto mistério pra um mísero ‘Aproveite o dia`? Parece que sim, mas até que esse negócio soa é bonito: “aproveite o dia”.
Entra ano e sai ano, trabalho e mais trabalho, projetos e mais projetos. Hoje, posso te dizer que tive uma vida de muitas lutas. Tenho carros importados e inúmeros imóveis alugados que me dão uma bela renda. Muitas pessoas diriam que eu venci na vida. Hoje. Posso te dizer que tive uma vida de muitas lutas, porém todas inúteis. Também posso te dizer que só agora entendi a filosofia Carpe Diem.
Não amei, não chorei, não sorri. Nunca curti uma paixão, uma rodinha de samba mal feito e nem torci na arquibancada pelo meu time do peito. E também esqueci de viver.
Além de outras personalidades sedutoras, a carismática é umas das que mais me interessam. Não mais, vamos ao artigo.
Primeiramente, os carismáticos são seres encantadores. Quando estamos em presence deles, nosso estado de esírito tende a mudar. Mas o que é carisma? Socialmente falando, o nosso bom e velho dicionário nos diz “Conjunto de qualidades excepcionais inerentes a um certo tipo de líder”. Max Weber ainda acrescentaria “que geram uma submissão a um dominado que acredita cegamente nessas qualidade do carismático”.
- Porra, Skank! Isso ai até a Carla Peres sabe!
Tá bom, mas ela sabe que qualidades excepcionais são essas? Dentre muitas eu vou destacar apenas três: ousadia, teatralidade e, a mais importante, AUTO-CONFIANÇA!
Comecemos pela oudadia. Os carismáticos são sempre ousados. Nunca ficam na mesmice, têm sempre algo a dizer e nunca ter que dizer algo. São atrevidos, pouco convencionais, o que gera um clima de risco e imprevisibilidade. Vamos pegar como exemplo um dos caras mais fdp desse país: Fernando Collor de Mello. Com apenas 40 anos o cara se canditadou a presidência. Como se não bastasse, a ideolagia da sua campanha era a caça aos marajás (mecheu com parte da elite social). Ousado, não?!
Quer saber como os políticos fdps são eleitos? Eles acreditam na própria mentira. São auto-confiantes ao extremo. Isso também serve para os pastores de igrejas, eles acreditam no que pregam. Essa peripécia também explica o sucesso dos frames. Quando se acredita fortemente em uma coisa, com o tempo ela se torna real. A auto-confiança é a caracteríctica mais marcante do carismático. De tanta convicção e certeza nas suas palavras, as outras pessoas passam a ter crença nas palavras dele.
Já a teatralidade, acho que ela já falar por si só. O carismáticos dramatizam quase todas as coisas. Tornam coisas sem graça e em coisa interessantes e engraçadas. São verdadeiras atores da vida.
Bom, por enquanto é só. Mas lembrem-se, antes de ser um sedutor, seja um seduzido!
Num dia de quase 12 horas de aula, no meio de dois feriados, entrei num clima de reflexão. Acabei observando o quão medíocre são alguns de nossos comportamentos. Pare pra pensar um instante, por que estamos sempre inventando algo para nos impedir de ser feliz? Parece muito estúpido mas é verdade. Pode reparar, não há nenhum momento em que nos consideramos sem problemas nenhum.
Depois parei pra observar, a única diferença entre os felizes e os tristes é que os felizes não consideram suas preocupações como problemas, até mesmo os que não sabem que são felizes (pois é, tem gente que é feliz e ainda não sabe). Tudo não passa de como interpretamos os fatos e as coisas a nossa volta.
Uma saída que acabei descobrindo pra isso é um princípio básico que o Gun passa de PU. Relaxar. Pois é, o simples ato de relaxar muda toda a sua forma de interpretação e, consequentemente, o seu state. Mas não é só relaxar só o corpo, relaxar a mente também. Por isso quando se está relaxado numa sarge, sua cabeça não está preocupada com os problemas e seus desenvolvimento é bem melhor.
Antigamente, só colocava em prática o Relaxation quando ia sair pras sarges, até que eu entendi que essa porra é uam lição de vida. Sempre relaxar, ou tentar quando não se consegue. Então, essa é a menssagem do post.