terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Camburiú/Floripa Parte I



E era uma segunda-feira quando o telefone tocou. Po, tanta hora pra essa merda tocar e toca logo agora que to enrolado arrumando a bagunça da mundança?!

- Faaala, Skank! Seguinte, to vendo um lance ai pra passar o reveillon em Floripa. Tá a fim?

Era o brother Giacomo. Putz, um reveillon em Floripa? Depois dessa eu desestressei na hora. Afinal, depois de passar tanta merda durante esse ano eu mereço no MÍNIMO um reveillon foda.

Os motivos pra não ir eram muitos. A verba era curta (isso me rendeu 2 dias sem nem um real na carteira), tava tudo em cima da hora, não sabia se o carro era seguro, não sabia nem seu ia ficar em Floripa ou em Balneário Camburiu e ainda ia viajar com o celular quebrado.

Apesar disso tudo, o meu espírito ultra aventureiro corsário Carpe Diem falou mais alto (e ainda bem, porque a viagem foi fodástica!). Vambora, porra!

O cambinado era eu estar quarta-feira, 8h em ponto no apartamento do Giacomo. Mas foi 8:15 que meu celular deu seus últimos sinais de vida me acordando.

- Cadê você, po? Já tá chegando?
- Em 15 min eu to ai! Relaxa! - Falei com minha voz de sono pro Giacomo.

Enfiei a cara no chuveiro, ( Isso mesmo. Só deu tempo de lavar a cabeçar pra conseguir acordar, coisa de porco!), engoli um copo de leite, passei a mão na mala e fui embora.

Já em espírito de machileiro sem dinheiro, eu e o Pet (vulgo Giacomo), fomos para o
centro pra finalmente partir pro Sul.

- Bora, Skank. O carro é esse ai!

Ai eu abri e porta do carro e me deparei, nada mais nada menos, com o vocalista do Raça Negra! Ele mesmo, em pessoa!


Bom, a percurso de 16h teve de tudo. Sol, chuva, engarrafamento intermináveis, apostas, sono e o mais engraçado: dragões e sereias nos atendendo nos atendendo nos 14 pedágios da ida.

Enfim, chegamos lá as 3 da matina, totalmente destrídos. Então o melhor a se fazer era...

ZUUUAAAAR A POORRRA TOOOOOOODAAA!



Bom, chega de escrever por hoje. Aguardem cenas do próximo capítulo!
Carpe Vita!

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